Cerimônia de Posse do Conselho Municipal de Política Cultural – Biênio 2020/2021 em 11 de fevereiro de 2020

SEGMENTOS:

Artes Visuais:

Conselheiro Titular – Janaina Chavier Silva
Conselheiro Suplente – Lourdes Maria Serafim Sena Gomes

Audiovisual:

Conselheiro Titular – Daniela Pereira Canedo
Conselheiro Suplente – Edvaldina Lopes Calmon

Circo:

Conselheiro Titular – Eduardo Nascimento Matos
Conselheiro Suplente – Alda Fátima de Souza

Cultura Popular:

Conselheiro Titular – Ana Cristina da Silva
Conselheiro Suplente – Antonio Mario Costa Santos

Culturas Identitárias e Inclusivas:

Conselheiro Titular – Hildeth Santos Costa
Conselheiro Suplente – Elias Pereira dos Santos

Dança:

Conselheiro Titular – Caroline Lima Santos
Conselheiro Suplente – Silvia Rita Santos de Cerqueira

Literatura:

Conselheiro Titular – Valdeck Almeida de Jesus
Conselheira Suplente -Marcos Paulo de Oliveira

Música:

Conselheiro Titular – Sandra de Cassia Silva dos Anjos
Conselheiro Suplente – Ágata de Jesus farias

Patrimônio Material e Imaterial:

Conselheira Titular – Márcia Maria Ferreira de Brito
Conselheiro Suplente – Marcos Vinicios Santos barbosa

Teatro:

Conselheira Titular – Isa Maria faria Trigo
Conselheira Suplente – Luísa cruz Marques dos Santos

TERRITÓRIOS

Barra/Pituba:

Conselheiro Titular -Carlos BeyrodtPaiva Neto
Conselheira Suplente – Claudio da Cruz David

Cabula/Tancredo Neves:

Conselheira Titular – Marcelo Venâncio da Rocha Silva
Conselheira Suplente -Jadson Souza França

Cajazeiras:

Conselheiro Titular – Pedro Victor Almeida Dias
Conselheiro Suplente – Maria Helena da Silva

Centro/Brotas:

Conselheira Titular – Antonio Teofilo de Almeida
Conselheiro Suplente – Salete Batista de Araujo Silva

Cidade Baixa:

Conselheiro Titular – Marcos Paulo Viana
Conselheiro Suplente – Jeziel Silva Anjos

Itapuã/Ipitanga:

Conselheiro Titular – Luis eugenio de Santana Lima
Conselheira Suplente – Cristina Maria Alves de Jesus

Liberdade/São Caetano:

Conselheira Titular – Carlos Cardoso Cabral
Conselheira Suplente –

Pau da Lima:

Conselheiro Titular –
Conselheiro Suplente –

Subúrbio/Ilhas:

Conselheiro Titular – Etenoel Santos da Cruz
Conselheiro Suplente –

Valéria:
Conselheiro Titular – Valquiria Silva Das Dores
Conselheiro Suplente –

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Relatório do 2º Bienio do Conselho Municipal de Politica Cultural

Os Conselheiros do Conselho Municipal de Política Cultural de Salvador (CMPC) apresentam o Relatório de Gestão, referente ao biênio 2018-2019, contendo destaque das principais resoluções oriundas das reuniões ordinárias, das iniciativas deste CMPC face aos editais da Fundação Gregório de Mattos (FGM) e, sobretudo, do acompanhamento da elaboração do Plano Municipal de Cultura de Salvador (PMC).

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IV° ENCONTRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO SALVAGUARDA DO SAMBA JUNINO

A Fundação Gregório de Mattos promove IV° encontro para a Elaboração do Plano Municipal de Salvaguarda do Samba Junino. Reconhecido como Patrimônio Cultural de Salvador pela Prefeitura, no dia 27 de julho, será apresentado o formulário para cadastro dos grupos e representantes de Samba Junino. A Prefeitura de Salvador reconheceu o Samba Junino como Patrimônio Cultural de Salvador, no dia 08/02/2018 e, em cumprimento às diretrizes de política cultural do município, bem como do Registro Especial, a Fundação Gregório de Mattos lançou o edital Prêmio Samba Junino, que vem, há dois anos, contemplando propostas voltadas à salvaguarda desse movimento cultural soteropolitano.

Agora, a Gerência de Patrimônio Cultural (GEPAC) da FGM, juntamente com a sociedade civil, trabalha na Elaboração do Plano Municipal de Salvaguarda do Samba Junino, a partir de encontros mensais no auditório da Casa do Benin – Pelourinho, visando a construção conjunta desse instrumento que vai proteger, garantir a continuidade e o protagonismo dessa manifestação cultural de Salvador.

O próximo encontro acontece no sábado (27), das 09h às 12h. Para a construção do Plano, é importante que todos os envolvidos, direta e indiretamente com o samba junino se façam presentes ou representados, a fim de formular de maneira efetiva, políticas públicas que preservem esse estilo de música e dança, esse ritmo que nasceu em torno das casas de candomblé, durante os festejos juninos, bem como todas as suas formas de produção e reprodução, através da realização de ensaios, festivais, concursos, apresentações, “arrastões”, entre outros.

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