CMPC apoia campanha que busca preservar o ofício das baianas e baianos de acarajé

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Em sua 21ª reunião ordinária, realizada na última terça-feira (18),  O CMPC aprovou o lançamento da campanha Baiana Legal. A ação é resultado da parceria entre o órgão colegiado, a Associação Nacional das Baianas de Acarajé, Mingau, Receptivo e Similares (ABAM) e a Fundação Gregório de Mattos (FGM), e consiste em realizar uma campanha de conscientização com o objetivo preservar o ofício das baianas e baianos de acarajé atuantes na cidade de Salvador. Para isso, serão produzidos folders informativos que serão distribuídos pelas baianas de acarajé e pelos Conselheiros à população em geral e em espaços culturais e de informações turísticas da cidade.

Reconhecido como patrimônio imaterial da cultura brasileira pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e como patrimônio imaterial da cultura baiana pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultura da Bahia (IPAC-BA), o ofício vem sofrendo a descaracterização pelos comerciantes da cidade, que descartam as tradições de matriz africana incutidas no preparo e na distribuição do alimento.

O ofício também foi alvo do Decreto Municipal nº26.804/2015, que dispõe sobre o funcionamento e o comércio informal exercido pelas baianas e baianos de acarajé em logradouros públicos, o qual determina que esses profissionais devem utilizar vestimenta típica de acordo com a tradição da cultura afro-brasileira, composta para as mulheres de bata ou guarda-pó na cor branca e torso e para os homens, calça ou bermudão, camisa e guarda-pó na cor branca e cofió. Além disso, o ofício foi incluído na lista da Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) no dia 14 de julho de 2017.
Att,

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